O vice-presidente do PSD, Marco António Costa, afirmou este sábado que a oposição «tenta desmoralizar a população portuguesa», criar um ambiente que é «artificialmente negativo em volta do espírito coletivo dos portugueses».

Marco António Costa, que falava no encerramento das jornadas do PSD e CDS sobre investimento, no Porto, considerou que o país tem «uma oposição que, estando em negação, se quer agarrar ao passado e puxar Portugal para baixo».

Segundo o social-democrata, estas jornadas, que tiveram início na quinta-feira em Lisboa, «queriam mostrar que nestes dois partidos existe confiança».

Para Marco António Costa, PSD e CDS sabem «olhar para os bons resultados com sensatez e equilíbrio», e perceber o que esses resultados alcançados «significam para os portugueses».

Presente nesta sessão de encerramento das jornadas no Porto, o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, o centrista Pedro Mota Soares, considerou que «todos os que são honestamente intelectuais percebem que hoje Portugal está francamente melhor do que em 2011».

«Sabemos que tempos de irresponsabilidade têm sempre uma fatura. Portugal entrou já no novo ciclo de crescimento económico», frisou o ministro, acrescentando que «esta maioria já provou que consegue gerir muito melhor as finanças públicas do que o PS».

Segundo o ministro, o caminho a fazer «não é isento de riscos» e «qualquer efeito de contágio pode pôr em causa os sacríficos que os portugueses fizeram e que significam hoje um conjunto de conquistas».

«É exatamente por isso que qualquer retrocesso, qualquer política eleitoralista, irresponsável e fácil, daquelas que põem todo o investimento nas mãos do Estado e de costas voltadas para as empresas e pessoas, pode voltar Portugal para o passado e fazer chegar à situação em que estava em 2011», sublinhou Mota Soares.

Marco António Costa disse ainda que estas jornadas «fizeram com que o país olhasse para um tema que cresce de importância, mas que não tem tido a relevância pública que merece ter».

O social-democrata destacou que a «trilogia produção industrial, investimento e exportações tem feito naturalmente um caminho de sucesso para o país».

«Estas jornadas fazem com que os portugueses estejam mais focados com o futuro, naquela que é a caminhada que teremos de fazer para o futuro», sustentou, lembrando que haverá eleições legislativas no final do ano.

Marco António disse ainda que, até às eleições, o PSD e o CDS continuarão «concertados» a fazer o seu trabalho, «que é ajudar Portugal a continuar nesta rota de crescimento, de desenvolvimento e de maior coesão social».