“As autárquicas são mais importantes na minha opinião do que as presidenciais. Aquilo que eu peço é que não se deixe de pensar nas eleições autárquicas e que se comece desde já a definir quem serão os candidatos e não deixar tudo para a última hora”, apontou o ex-líder social-democrata.


“É outro filme [as eleições presidenciais]. Não dá para corrigir nas presidenciais o resultado das legislativas”, afirmou, acrescentando que o futuro Presidente da República “deve ser um presidente dos afetos e dos consensos e não ter funções executivas”, ressalvou.


“Insistir nos erros do passado não é só gerador de desconfiança como não é inteligente. Quem está na oposição não pode defender políticas quando não tem convicção de que estas possam ser concretizáveis quando se chegar ao Governo”, concluiu.