“uma rifa que nunca se sabe o que vai dar”

“A minha história política fala por mim. Quando foi preciso consensos de regime e estabilidade… Eu já tenho provas dadas”





“Dispensam-se vaidades e aquelas alegrias momentâneas na disputa pela disputa”








falado no assunto

“Depois o que eu fiz naquilo que pasmo por se considerar um pecado, que foi semanalmente conviver com portugueses, criando pistas de reflexão e cumplicidade cívica, cada qual a pensar, mas com disponibilidade para discutir problemas e encontrar soluções”.
 

Vitória no papo? No futebol, não há prognósticos antes

É Nóvoa o seu grande adversário? Marcelo diz que tem outros: "os problemas dos portugueses”. A austeridade dos últimos quatro anos, quando o seu partido esteve no Governo, com o CDS-PP não o faz ficar “nada incomodado” com o legado. Está sim, afirmou, “preocupado com o futuro”.

Há ainda praticamente duas semanas de campanha eleitoral pela frente e para Marcelo “é importante uma clarificação rápida e definitiva”, à primeira volta, depois da turbulência política de 2015. Sem divisões. Daí o argumento de um Presidente "que represente mesmo todos os portugueses". Mais uma crítica implícita ao slogan de Sampaio da Nóvoa:

“Um Presidente não de um partido, de um grupo, de uma fação. Não é que não tenha uma história, uma origem, (mas) não há um tempo novo e um tempo velho, só há um tempo: o tempo de Portugal".


Marcelo Rebelo de Sousa está muito à frente nas últimas sondagens conhecidas e continua a acreditar que está "a um passo" de ser chefe de Estado. Ainda assim, fez um apelo ao voto num tom mais cauteloso quanto à vitória do que até aqui: "As eleições legislativas já estão despachadas, estas não".

O seu Braga estava hoje a ganhar 2-0, mas não conseguiu despachar o Sporting, que deu a volta ao jogo. A campanha não é futebol, mas tem muita estrada para correr.