«Eu acho que o ideal seria um modelo misto, em que fosse possível obviamente apostar na competição das empresas e ir ao mesmo tempo desagravando os impostos das famílias», afirmou, sublinhando que o «ideal seria uma convergência das duas [PSD/CDS-PP e PS] no sentido do centro direita olhar um bocadinho mais para as famílias e o PS olhar um bocadinho mais para as empresas».






«PSD e CDS acreditam que só é possível regressar a uma normalidade económica em quatro anos, o PS acredita que é possível regressar em dois anos. Enquanto PSD e CDS entendem que o caminho para regressar é baixar os impostos das empresas e baixar mais lentamente os impostos das pessoas e criar condições para a maior competitividade das empresas, o PS entende que é mais importante baixar rapidamente os impostos das pessoas e é menos importante baixar os impostos das empresas, o que significa que acredita que o crescimento se vai dar pelo consumo das pessoas e não pela atividade das empresas», considerou.


«A dúvida que tenho, e tenho em relação a todos, mas tenho mais em relação ao PS é de saber se as previsões não são otimistas a mais. Eu já considerava as previsões do PSD e do CDS porventura otimistas, pelo estado em que está a Europa e com a incógnita em que está a Grécia mas as do PS são mais otimistas porque acham que a economia acelera mais cedo», referiu.