"Ainda não há dados concretos relativamente a esse aspeto, mas eventualmente pode-se adiantar outubro como uma possibilidade, mas essa é uma situação em permanente evolução", afirmou, em declarações aos jornalistas.




"É um trabalho que envolve não só as instituições do Estado, como também instituições particulares de solidariedade, câmaras municipais e toda a sociedade civil que tem demonstrado estar aberta a responder a esta necessidade humanitária", concluiu Anabela Rodrigues.