O Bloco de Esquerda acusou o ministro da Educação de reconhecer abertamente o «absurdo» da prova de carreira docente querendo voltar atrás, mas sem «corrigir o erro de partida».

Nuno Crato, acusa o deputado bloquista Luís Fazenda, «está a castigar» os professores com menos de cinco anos de funções, «a discriminá-los, a criar um novo tipo de situações completamente inaceitáveis».

«Há professores com menos de cinco anos de serviço que têm até graus académicos e níveis de formação superiores que outros com mais de cinco anos de ensino», advertiu o parlamentar do Bloco em declarações no parlamento, onde acusou o governante com a tutela da Educação de estar «politicamente isolado».