“Temos tido uma campanha eleitoral marcada por uma espécie de leilão de cortes na Segurança Social, quem é que corta mais. E a coligação, na verdade, apresenta no seu programa eleitoral uma única proposta política que é esta ideia de privatizar as contribuições dos trabalhadores que têm salários mais elevados a partir de determinado montante”, afirmou aos jornalistas Ana Drago em Aveiro.


“Hoje, Pedro Passos Coelho estabelece o valor a partir do qual se fazem esses descontos: para os privados, dizia ele, três vezes a pensão média de 900 euros, portanto no mínimo 2.700 euros, mas apenas aplicável, segundo o programa da coligação, aos novos contratos. Bom, as contas não batem certo”, declarou Ana Drago, que já hoje havia participado num encontro com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local.




“Nós recusamos esta lógica de privatização, ainda que parcial, da Segurança social porque recusamos uma Segurança Social para ricos e uma Segurança Social para pobres”, declarou Rui Tavares.