TVI

“Na altura em que fui detido, foi explicado ao país pelas autoridades que me detiveram e que me prenderam abusivamente, usando contra mim toda a selvajaria que puderam, que tinham todas as provas, concludentes e definitivas. Um ano depois, não as apresentaram.”

“Não as apresentam porque não as têm nem nunca as tiveram. É impossível provar o que nunca aconteceu. Têm muitas opiniões, mas não têm factos nem provas.”



“O que é lamentável neste processo é que não foi como os outros. Teve um grande impacto político e social e, por isso, o Ministério Público devia ter todos os cuidados na observância dos prazos previstos.”

“Passam por cima desses prazos como se nada fosse, como se pudessem manter sob suspeita alguém indiferentemente dos prazos e do tempo.”



“Estive preso 11 meses, acusado de poder perturbar o inquérito. Eu afinal de contas estava apenas a defender-me, porque é o direito de todos os cidadãos. (…) Isso foi confundido com perturbação do inquérito.”



“É extraordinário que não tivesse havido, que eu saiba, nenhum inquérito a essa declaração.”



“Estou cada vez com mais energia, vontade e determinação para lutar. Estou a preparar-me para reduzir a pó qualquer acusação que me possam fazer.”