«As pessoas sabem que muitas vezes eu divergi de José Sócrates, muitas vezes eu marquei as diferenças relativamente àquilo que se qualificava como o socratismo, fi-lo muitas vezes. Mas seria incapaz, por princípio e por educação, de usar aquilo que para mim é um caso de Justiça como pretexto para o combate político. Não o vou fazer agora, nem o vou fazer nunca».


«O funcionamento da Justiça, com estes aspetos mais mediáticos, e que no mundo moderno são acompanhados pela comunicação social, acontece em Portugal, mas acontece também nos outros países, nomeadamente, nas democracias ocidentais. Nós vemos a Justiça a funcionar com igual aparato noutras democracias ocidentais. Por isso, apesar disto tudo ser um bocadinho novo para nós, temos que olhar para isto com a tranquilidade e a serenidade de quem está com a consciência tranquila e está a fazer o trabalho que é preciso fazer para continuar a levantar Portugal».