«Em função da pessoa que é não alteramos a nossa posição de princípio, que é a de que deve haver o apuramento de toda a verdade, o funcionamento da investigação e da Justiça e não apressar julgamentos ou condenações. Consideramos que ninguém está cima da Lei, e é nesse sentido a exigência do apuramento», declarou.






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«O país assiste a mais um escândalo com os vistos gold, imagem de marca do Governo que são fonte de corrupção e porta aberta ao branqueamento de capitais e revela a profunda degradação política e institucional, com o Estado invadido por redes de corrupção ao mais alto nível», afirmou.


«Não é apenas isso e não foi apenas um ministro que ficou com a autoridade fragilizada. É o problema de uma política de governo que é um desastre nacional e põe em causa a credibilidade das instituições. É o governo todo que deixou de ter autoridade e condições para continuar a governar», disse, comentando que esse não pode ser «mais um escândalo em que a responsabilidade morre solteira».


«Somos um partido diferente, onde a verdade e a seriedade nos guia. Fomos, somos e seremos contra privilégios que resultem do exercício de cargos públicos. Não estamos comprometidos, nem calados, porque temos um princípio e uma prática de não sermos beneficiados porque estamos sempre ao serviço dos trabalhadores e do país», concluiu.