"Trata-se de um gesto que pode ser legitimamente interpretado como um instrumento de chantagem sobre outros organismos congéneres para condicionar a independência e isenção exigíveis a estudos semelhantes", lê-se no requerimento oficial da Assembleia da República, assinado pelo deputado José Manuel Pureza.


"Apesar de o relatório estar pronto desde julho, o Governo decidiu adiar a sua publicação para depois das eleições", alegadamente porque os dados "contradiziam o discurso oficial do Governo e da coligação Portugal à Frente, a Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP)", continua o texto.