1,4% em período homólogo







"O primeiro-ministro confiou em dois economistas que convidou para fazerem parte do seu grupo destinado a responder ao quadro macroeconómico do PS - falo do economista chefe do BCP, José Maria Brandão de Brito, e de Inês Domingos, do Núcleo de Economistas da Católica [e colaboradora do jornal online "Observador"]. Devem ter sido estes dois economistas que deram a indicação ao primeiro-ministro de que a economia cresceria muito mais: Um por cento em cadeia em vez de 0,4 por cento, e cerca de 2,2 por cento em vez de 1,4 por cento", advogou João Galamba.






Por sua vez o PCP

"Este crescimento económico é insuficiente e não traduz uma melhoria das condições de vida dos portugueses, mas apenas uma acumulação de riqueza nas grandes empresas e nos grupos económicos", sustentou Paulo Sá.






“Este resultado dos números da economia demonstra que há uma economia que não está a responder ao essencial”, disse Pedro Filipe Soares aos jornalistas na Assembleia da República, acrescentando que “há muito por fazer numa economia que foi destruída durante quatro anos de austeridade e que está hoje ainda aquém do que era em 2010”.