"Na complexa e instável situação internacional dos nossos dias, o perigo de um conflito militar de grandes proporções, de uma nova guerra mundial, não deve ser subestimado", defendeu o líder comunista, Jerónimo de Sousa.


"Os setores mais reacionários e agressivos do grande capital apostam de novo no fascismo e na guerra como respostas para a crise do capitalismo e como forma de prevenir e enfrentar explosões de revolta social e de transformação revolucionária que inevitavelmente irromperão", sustentou.






"Setenta anos depois da vitória sobre o nazi-fascismo, a luta pela paz, contra o fascismo e a guerra, é de uma premente atualidade, exigindo que as forças da paz, da democracia e do progresso social se unam para travar o avanço das forças xenófobas, racistas, fascistas e impedir um conflito de grandes proporções", declarou.