"Podemos fazer o enfoque em relação à greve dos pilotos, podemos questionar e até fazer esse reparo crítico em relação a alguns objetivos que defendem, mas a questão de fundo é esta: se se resolvessem os problemas dos pilotos, o governo abdicava de privatizar a TAP?", questionou.


"Há uma verdade muito linear: O Governo quer simplesmente entregar a TAP a grupos económicos e financeiros, particularmente estrangeiros", sublinhou.

"Acabe-se com esse objetivo de privatizar a TAP", mantendo-a como uma "empresa de bandeira, nacional" e "o conflito resolve-se", porque "não se admite que se esteja a financiar as empresas ‘low-cost' e não haja possibilidades de financiar a TAP", defendeu o líder dos comunistas.


"Alguma vez ouviram o Governo ameaçar que despedia o conselho de administração? Não. Nem piou", disse, referindo tratar-se de uma "demonstração de dois pesos e duas medidas".


Ninguém livra PSD e CDS-PP de “grande banhada eleitoral” 







"Tudo tem o seu tempo. Não ponhamos o carro à frente dos bois. Vamos às legislativas e depois temos tempo" para as presidenciais, frisou.

"Naturalmente, o meu partido discutirá depois das eleições legislativas e com uma garantia: a nossa decisão vai contribuir, de uma forma muito própria de intervirmos nessa área, para a eleição de um Presidente da República que cumpra e faça cumprir a constituição".