“Essa questão foi-nos colocada muitas vezes perante a vida, perante a realidade, perante as expectativas e aquilo que lhe posso dizer é que nesse passado, o PCP nunca regateou um apoio, uma solução para bem da democracia, para bem da Constituição, colocando na Presidência da República quem pudesse dar essa contribuição positiva. Aqueles que acusam o PCP de ser sectário de não querer entendimento aqui e acolá, as presidenciais são bem o exemplo daquilo que é este partido”, disse.

“Esteja em causa a democracia, esteja em causa a Constituição, naturalmente, com candidato próprio ou com um desfecho de uma segunda volta, o PCP não faltará, não fará apelos de votos em branco, antes pelo contrário, terá uma intervenção ativa e naturalmente essa dinâmica da campanha, ou pelo menos de uma intervenção própria, tudo fará para que este objetivo que está em tese congressual seja alcançado”




não usou meias palavras

"O Presidente da República está claramente a exagerar nos seus poderes que a Constituição da República consagra. Deixemos os eleitores decidir"