“Vamos procurar mobilizar o nosso eleitorado para uma votação significativa, importante, na candidatura do meu camarada Edgar Silva. (…) Neste momento aquilo para que estamos disponíveis é participar na batalha e ir a votos no dia 24.”


“Nem um nem outro perfilam o nosso projeto, a nossa ideologia. (…) Temos acompanhado a pré-campanha eleitoral, continuamos a verificar diferenças substanciais em relação a esses dois candidatos, [mas] pensamos que aqui a questão de fundo, mais importante que perguntar ao PCP era perguntar ao PS”.




“Lembro-me no ano de 2006 (…) Cavaco Silva foi eleito por décimas, quando as sondagens lhe davam 60%, 58%. Nada está perdido, nada está adquirido [e] o povo português não se pode deixar substituir por uma sondagem. (…) Há todas as condições para derrotar o candidato da direita. (…) Não impressionam nada as sondagens, porque em matéria de presidenciais falharam sempre rotundamente. Já vimos o professor Marcelo Rebelo de Sousa, ao principio, com 58%, ou 56%, agora já lhe dão 52%.”




“Em relação ao candidato Marcelo Rebelo de Sousa eu ia-me escangalhado a rir quando o ouvi dizer que não ia fazer cartazes porque custavam muito dinheiro. Ele andou em cartaz permanente durante 14 anos, como comentador, bem dispensa os cartazes. Foi promovido sistematicamente, não precisa, de facto, desse investimento.”






“É um governo do PS, com o programa do PS, com muitas matérias onde não acompanhamos o partido Socialista. (…) O PCP tentou convergir até onde era possível e até ao máximo onde fosse possível, não exigimos que fosse praticada a política patriótica e de esquerda que defendemos. (…) O nosso principal compromisso é com os trabalhadores e com o povo.”