«Era uma avaliação que o Presidente da República tinha que fazer. Não só em torno deste episódio mas tendo em conta a realidade económica e social e política, e tendo em conta, este elemento que, por si, poderia não justificar, mas é num quadro geral de agravamento que este acontecimento se dá e que poderia levar o Presidente da República - em nome da defesa da ética, da moral e da política - a ter uma posição diferente».




«Faça-se a leitura do que disse. Para além de desdramatizar, vem ainda dar um ralhete àqueles que levantaram o problema, designadamente por via da comunicação social, que de uma forma fundamentada e de uma forma séria colocou o problema».



«Um governo com um primeiro-ministro que desencadeou a mais forte ofensiva, aumentando os impostos para quem trabalha que de uma forma implacável, cobrou atrasos, cobrou impostos, penhorou, levou à destruição de vidas e sempre em nome da Lei e agora aparece esta contradição do responsável por esta política a dizer que se esqueceu ou que não sabia ou que acabou por pagar num claro problema politico e ético que não fica apenas residente no cidadão Pedro Passos Coelho».