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Jardim contra «hostilidade sem precedentes do Estado»

Presidente do Governo Regional vai «desembainhar espadas» no Fórum para a Autonomia da Madeira

Por: Redacção / PC    |   2012-05-25 12:19

O presidente do Governo Regional e do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, afirmou que não se demite das suas funções apesar da «hostilidade sem precedentes do Estado português» para com a Região Autónoma da Madeira.

Num artigo de opinião no Jornal da Madeira intitulado «Basta!», Alberto João Jardim escreve que «a partir do Governo Sócrates, o comportamento do Estado português em relação à Região Autónoma da Madeira assume uma hostilidade sem precedentes desde o início do período da Autonomia Política». «Tal coincide com o notório crescimento do peso maçónico no Estado português e nos próprios Partidos políticos», disse o presidente do Governo Regional madeirense, como veicula a agência Lusa.

Jardm diz saber que constitui «um alvo a abater» em consequência das suas lutas e denúncias que constituíram toda a sua vida pública mas aponta que «os mentores» deste ataque à Madeira «não hesitam em sacrificar todo o povo madeirense, só por causa de um combate feito também de obstinação patológica contra uma pessoa».

«Da parte que me toca, já disse olhos nos olhos a vários dos responsáveis por tudo isto, em períodos diferentes, que se o objetivo é fazer com que eu me demita, não o farei. Só o Parlamento da Madeira pode determiná-lo», garantiu.

«Só o povo da Madeira determinará quem me sucederá na liderança do Governo Regional, só os militantes autonomistas sociais-democratas do arquipélago decidirão quem me substituirá na liderança do PSD/Madeira. Nunca os nossos adversários», afirmou.

Jardim revela que participará no encontro promovido pelo FAMA - Fórum para a Autonomia da Madeira (organização de que é presidente honorário) sobre a celebração da Autonomia Política da Madeira, que significará «como que um «desembainhar das espadas».

«Não somos separatistas. Somos autonomistas, com o Direito de exigir uma Autonomia verdadeira, no seio da Pátria portuguesa», assumiu Jardim.

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EM BAIXO: Alberto João Jardim
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