Por: tvi24 / CP | 18- 5- 2010 18: 21
O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse esta terça-feira que se fosse primeiro-ministro a lei que
consagra o casamento entre homossexuais «era imediatamente revogada».
«Se eu fosse primeiro-ministro essa lei era
imediatamente revogada», disse à margem de uma entrevista concedida ao Clube Multimédia da Escoa EB23 do Curral das Freiras.
Salientou ainda que se fosse Presidente da República «não promulgaria, obrigava os partidos da pseudo-esquerda a
ter que votar e aprovar de novo, se eles assim o entendessem, uma lei que é degenerativa, que é degradante e que é humilhante».
Alberto
João Jardim justifica esta sua posição por entender que «os princípios estão acima das conjunturas sejam económicas, de opinião
pública ou de costumes».
«E digo mais, estou-me nas tintas que me chamem homófobo, acho que é um termo que está muito
em voga», concluiu.
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