Por: Redacção / AM | 4- 6- 2009 11: 40
Ilda Figueiredo, cabeça de lista do CDU considerou esta quarta-feira, em campanha na Amadora, que o desemprego e as piores
condições de vida não podem ser um reflexo de um «Portugal positivo», destacando o lado «negativo» do país.
Criticando
o PS, Ilda Figueiredo questionou como é possível existir um «Portugal positivo» quando existe no país um «descontentamento
enorme».
«Mas é positivo o desemprego a crescer todos os dias? É positiva esta situação de agravamento das condições
de vida do povo? Não. Não é positivo, isso é negativo», afirmou a cabeça de lista da CDU.
Questionando ainda se a
intenção de Vital Moreira «será iludir mais uma vez o povo português», a cabeça de lista do CDU referiu que só «com uma grande
votação na CDU no dia 7 de Junho» é possível «continuar a lutar por um «Portugal positivo».
«Para dizerem basta,
votem CDU»
«O descontentamento não pode ficar em casa» foi a palavra de ordem da CDU em campanha por Aveiro.
No comício da CDU em Aveiro, Jerónimo de Sousa apelou ao voto dos portugueses desiludidos com PS para «penalizar os responsáveis
pela grave situação que o país enfrenta.»
Considerando as eleições europeias como «o primeiro grande combate de um
ciclo eleitoral que vai determinar a politica dos próximos anos», o líder do PCP pede aos portugueses que votem CDU «incluindo
aqueles que votaram no PS e que hoje estão descansados.»
«Para dizerem basta, votem dia 7 na CDU», apelou Jerónimo
de Sousa.
«É a todos os que lutaram, incluindo aqueles que votaram no PS e que hoje estão justamente desiludidos
e desencantados, que nos dirigimos para lhes dizer que é tempo de construir uma verdadeira alternativa à esquerda, votando
na CDU», afirmou, apelando a que os portugueses «não se abstenham e deixem de lado os preconceitos.»
Jerónimo de
Sousa criticou o PS de «nestes quatro anos já mostrou a sua verdadeira face, com quem está e contra quem é, aqui e na Europa.»
Ilda
Figueiredo responde a Edite Estrela
Desafiada por Edite Estrela, a cabeça de lista da CDU justificou esta quarta-feira,
«com coerência de posições e de princípios», a decisão de optar pelo ordenado igual ao dos deputados nacionais, o que corresponde
a quase metade dos salários dos novos eurodeputados.
«Por uma razão muitos simples. A única razão por que eu defendo
o salário português é por coerência de posições, coerência de votação no Parlamento Europeu, coerência de princípios», afirmou
Ilda Figueiredo, acrescentando que «não faço aqui uma coisa e outra em Bruxelas. O que lá faço digo cá e digo aqui o que faço
lá, ao contrário de outros deputados.»
Programação - Semana de 13 de Fevereiro a 19 de Fevereiro
Discurso DirectoPrograma onde o que conta é a palavra do cidadão.
Olhos nos OlhosA análise semanal de Medina Carreira.
Observatório do Mundo «A marcha dos jovens contra o aborto», hoje à noite.