O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, considerou na quinta-feira a greve anunciada na TAP para os últimos dias de 2014 um «ato de egoísmo» para com a economia portuguesa, salvaguardando não querer substituir-se às tutelas setoriais.

Num jantar de Natal com as concelhias do CDS-PP de Lisboa, o líder centrista destacou os incómodos para os cidadãos e as possíveis perdas para a empresa transportadora aérea portuguesa.

«É, lamento dizê-lo, um ato de egoísmo face a uma economia que está a esforçar-se enormemente para recuperar e sair da crise», afirmou, citado pela Lusa.