na Grécia

"Evitou-se o pior cenário, que é o cenário em que - depois de toda a chantagem que a União Europeia fez, das instituições europeias, o Fundo Monetário Internacional, também o papel que o Banco Central Europeu fez para condicionar o exercício da democracia - seria voltar a ter um Governo da Nova Democracia, o principal responsável na situação em que a Grécia se encontra", afirmou a eurodeputada.




"Pelo menos tem o efeito de contrariar as declarações do primeiro-ministro que, de forma leviana, entendeu usar a expressão 'syrizar' para indicar que o povo voltaria à Nova Democracia e que o que isto mostra é que em três anos, em três eleições houve três vitórias na Grécia. Eu não sei se o primeiro-ministro poderá dizer o mesmo no dia 04 de outubro".


"A situação na Grécia é difícil, há um memorando para aplicar que de facto tem uma grande dose de austeridade; um memorando muito complicado do ponto de vista da política do Syriza, mas há vontade para continuar a lutar para abandonar gradualmente a austeridade. Essa garantia não existe por parte da Nova Democracia [partido de direita], pelo contrário", disse.