“O compromisso que nós conseguimos fazer, porque os quatro anos o demonstram e porque não aderimos a cenários como aqueles que acontecem na Grécia, é que connosco o Estado não vai falir”, afirmou em Viseu, durante a conferência “A economia: presente e futuro”, promovida pela coligação.




“O PS não reconhece qualquer deficiência no modelo de funcionamento que seguimos nos últimos 15 anos, não encontra qualquer motivo para alterar as suas políticas, continua a culpabilizar a crise internacional” e a falar numa “conspiração de bancos” e de países do norte e de o BCE quererem prejudicar Portugal, criticou.


“Estas eleições são para termos a certeza de que a ‘troika’ não vai voltar. Não deviam servir para ajustes de contas promovidos por aqueles que trouxeram a ‘troika’ a Portugal”, afirmou.


“Inventam, como os populistas sabem inventar, inimigos externos, conspirações, de um lado os bons, de outro lado os maus. O mundo, infelizmente, não é a preto e branco”, acrescentou.




“Até que chegou o exemplo da Grécia, ao qual o PS se agarrou para demonstrar que era sim possível bater o pé à Europa, por os nossos credores com as pernas a tremer”, afirmou.






“Ainda não é tempo de se pensar: está tudo resolvido e podem vir os socialistas gastar tudo outra vez”, frisou.