“Aquilo que hoje é absolutamente essencial é a constituição de um governo de unidade democrática, onde todos os partidos, sindicatos, universidades, associações culturais e recreativas, personalidades que amam o seu país para não aceitarem esta venda a retalho de Portugal e a sua destruição completa”, disse.

“Nenhum dos partidos que têm estado a alternar no poder tem aberto a boca para dizer como pretendem pagar a dívida. Mas nós sabemos como vai ser. Vai ser com mais cortes, mais impostos sobre quem trabalha, mais destruição da escola pública, mais destruição do Serviço Nacional de Saúde”, acrescentou.