“Aquilo que hoje é absolutamente essencial é a constituição de um governo de unidade democrática, onde todos os partidos, sindicatos, universidades, associações culturais e recreativas, personalidades que amam o seu país para não aceitarem esta venda a retalho de Portugal e a sua destruição completa”, disse.

 

“Nenhum dos partidos que têm estado a alternar no poder tem aberto a boca para dizer como pretendem pagar a dívida. Mas nós sabemos como vai ser. Vai ser com mais cortes, mais impostos sobre quem trabalha, mais destruição da escola pública, mais destruição do Serviço Nacional de Saúde”, acrescentou.

O candidato atacou a moeda única, frisando que “não é possível combater a austeridade permanecendo no euro”. “O senhor euro significou um desastre absoluto para o nosso país. Não é perguntado a um único português se quer entrar no euro ou não e nas suas costas é implementada uma moeda que se revelou um desastre para o nosso país”, considerou.