O PS insistiu esta terça-feira no esclarecimento sobre o montante «do perdão fiscal», resultante do processo de regularização de dívidas ao Estado e sobre a «injeção» de 510 milhões de euros nas empresas que gerem ativos do BPN.

Estas questões dirigidas ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e à maioria PSD/CDS foram colocadas por António Galamba, membro do Secretariado Nacional do PS, em conferência de imprensa.

De acordo com António Galamba, o primeiro-ministro e a maioria PSD/CDS «continuam sem esclarecer qual o montante do perdão fiscal realizado em 2013, que permitiu um encaixe de 1277 milhões de euros e que transformou este Governo no recordista de receitas extraordinárias».

Da mesma forma, ainda segundo o dirigente socialista, Pedro Passos Coelho e a maioria PSD «continuam sem esclarecer qual o motivo da "injeção de 510 milhões de euros nas empresas que gerem os ativos tóxicos do Banco Português de Negócios (BPN), quando este foi vendido por 40 milhões de euros».