“Eu compreendo e respeito a dificuldade que o senhor primeiro-ministro tem em libertar-se dos últimos quatro anos, agora, há de compreender que o meu dever é governar o dia de hoje com os olhos postos no futuro e não passar o tempo a alimentar consigo um debate sobre o seu passado”, disse Costa, sem se aperceber do lapso e, aparentemente, Passos Coelho, também, mantendo a expressão inalterada, apesar dos risos que se ouviram no hemiciclo.




"Senhor deputado Pedro Passos Coelho, com toda a cordialidade, convido-o a vir para o presente, porque no presente é muito bem recebido. E no presente encontrará um largo futuro. Não fique prisioneiro do passado, porque esta é a altura de virar a página relativamente ao passado"

“Era fundamental que o governo tranquilizasse o país quanto às intenções que tem relativamente à política orçamental”, afirmou Pedro Passos Coelho, acrescentando que “não houve praticamente instituição ou entidade independente, nacional ou estrangeira, que não tivesse chamado a atenção para os problemas de irrealismo de que enforma as intenções que o Governo manifestou a propósito do draft do Orçamento”.


estágio para o debate