"Considero extemporânea qualquer discussão sobre a liderança do PS. Não podemos perder de vista que temos eleições presidenciais dentro de três meses e é agora ainda mais importante garantir a eleição de um Presidente da República oriundo do nosso espaço político", afirmou o cabeça de lista socialista nas eleições europeias de 2014.






"A coligação de direita ganhou as eleições mas perdeu a maioria absoluta; o PS, subindo ligeiramente, ficou aquém dos objetivos expectáveis e a extrema-esquerda parlamentar reforçou a sua expressão. Face a este cenário ao PS incumbem especiais responsabilidades de todo em todo incompatíveis com atitudes precipitadas e declarações imponderadas", insistiu o eurodeputado e ex-presidente do Grupo Parlamentar do PS.