ficavam 18 países e há outros na fila para entrar





"O meu governo certamente não vai introduzir o euro na Polónia"

A política falava na quinta-feira à AP, destacando que os cidadãos polacos estão "felizes" na União Europeia e que isso foi uma "grande conquista". Partilhar a mesma moeda já é coisa diferente:
"Mas para mim, é importante deixar os interesses económicos e várias questões de consciência da Polónia fora dos países membros, cujas leis estão acima das leis sindicais"

Daí que o cenário colocado por Cavaco Silva - de haver mais países a quererem o euro - pode não se concretizar, ou não se concretizar tão em breve.

Já em 2008, Varsóvia tinha mostrado muito interesse em aderir rapidamente, mas recuou em 2010, quando estalou a crise da dívida.

A Roménia foi outro país a manifestar, recentemente, o desejo de fazer parte da família da zona euro, traçando como objetivo entrar antes de 2019. Não será, pois, um projeto para o curto prazo. 

Desde a última adesão, da Lituânia, em janeiro deste ano, que a zona euro parece ter fechado um ciclo. Não há mais nenhum país da União Europeia verdadeiramente na lista de espera.

Alguns expressam essa vontade, mas com as mudanças políticas de cada país - e com a instabilidade decorrente da crise grega -  tudo pode mudar. Outros rejeitam liminarmente, como o Reino Unido e a Dinamarca.