condenatória do Estado português

“Penso que esta é a decisão que o ministro [da Defesa] queria, e por isso desencadeou o processo em Bruxelas e não forneceu [à Comissão Europeia] os dados e argumentos que poderia ter fornecido. Ele [José Pedro Aguiar-Branco] queria que o Estado português fosse condenado, para ter pretexto para justificar a privatização ou subconcessão dos estaleiros”, já que todo o processo teve “o intuito de desmantelar os estaleiros e passá-los para privados”, acusou.


“Hoje, o ministro vem vangloriar-se de uma decisão condenatória do Estado, e isso é inaceitável”, observou, considerando tratar-se “não só de incompetência, mas de negligência dolosa”.










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