ACTUALIZADA ÀS 14h18

O segundo dia do XVI Congresso Nacional do PS, a decorrer em Espinho, está reservado para a discussão e votação das moções, com óbvio destaque para «A força da mudança», da qual José Sócrates é o primeiro subscritor.

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O secretário-geral socialista, reeleito recentemente com 96,43 por cento dos votos, propõe a maioria absoluta nas legislativas e estabelece como prioridades o casamento civil entre homossexuais e a regionalização.

José Sócrates: «Nunca me senti só»

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, coordenou esta moção e foi ele quem a apresentou aos 1700 delegados presentes em Espinho, no meio de alguns ataques à direita e ao Bloco de Esquerda.

Estavam ainda previstas as apresentações de outras duas moções globais: a de António Fonseca Ferreira, «Mudar para mudar: mudar o PS para mudar Portugal», e a de António Brotas, «Democracia e socialismo», mas esta última não conseguiu recolher o número mínimo de 50 assinaturas de delegados para ser discutida em congresso, conforme obrigam os estatutos do partido.

Serão ainda discutidas 46 moções sectoriais, com destaque para as que introduzem o debate sobre a eutanásia, o limite de mandatos dos deputados parlamentares e realização de eleições primárias para a escolha dos candidatos nas autárquicas.

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, usou da palavra sem «malhar» em ninguém e com uma sala já praticamente vazia.

Este sábado, continua o mistério à volta de Manuel Alegre, sendo que o deputado socialista ainda não compareceu no congresso.

Quem chegou ao pavilhão desportivo de Espinho foram os dirigentes do partido comunista chinês, muito aplaudidos pelos socialistas, entre muitos outros convidados internacionais.

Lá fora, a tenda da Juventude Socialista convida a conhecer o www.socrates2009.com, um movimento na rede à maneira de Obama.