Para o advogado, o ex-primeiro-ministro pode dar entrevistas e “falar livremente com a imprensa” porque “não há nenhuma restrição a qualquer contacto com a imprensa ou com quer que seja, salvo com os outros arguidos” do processo Operação Marquês, um “malfadado assunto”.

Em 288 dias de prisão, foram muitas as vezes que o ex-primeiro-ministro enviou cartas aos meios de Comunicação Social. Aqui pode ler uma seleção dos argumentos que foi dando em sua defesa. 

Em conferência de imprensa, João Araújo diz que foi ultrapassado “qualquer prazo de decência” porque a acusação do Ministério Público não é conhecida.

O causídico  volta a frisar que foi ultrapassado “qualquer prazo de decência” porque a acusação do Ministério Público não é conhecida.

“Num país civilizado isto não aconteceria. Só num país onde se valoriza a prisão contra a liberdade é que isto pode acontecer. Lendo as primeiras páginas dos jornais de hoje vemos que isto é um país que está doente, que esqueceu a liberdade.”