“Passos Coelho é uma espécie de bombeiro incendiário: cria o problema, para depois tentar compensar a seguir. No debate de ontem [quarta-feira] lembrou que na primeira metade da legislatura foram destruídos 400 mil postos de trabalho, para depois tentar acenar com 200 mil que foram criados nos últimos dois anos”, criticou, citado pela Lusa.