«Uma auditoria, uma investigação detalhada, por uma comissão que o parlamento regional forme com os técnicos que sejam necessários neste contexto – e certamente na administração pública da Madeira existem muitas pessoas com esta competência – é absolutamente essencial para que estas prevaricações, estes desvarios, estas amizades não passem impunes e se possam ajustar as contas certas que a democracia tem de fazer com quem abusou dela», descreveu.




«Tem cartazes na Madeira a propor a negociação da dívida na Madeira, mas recusa a negociação da dívida de Portugal, não quer falar disso e evita que se fale disso»