noite eleitoral de domingo



estiveram à frentenão seja o idealreconquistar o eleitorado

perda da maioria absolutadiferenças ideológicas entre BE, PCP e PS

“Há uma divergêngia total [entre os partidos de esquerda]. Aliás, isso ficou claro no discurso de António Costa que disse que não ia fazer maiorias negativas. Como é que o Bloco de Esquerda, que tem a ideia de renegociação da dívida – rejeitada pelo PS – que não quer cumprir tratados europeus, que tem as posições quanto à questão grega que nós conhecemos, como é que pode esta num Governo com o PS? É impossível. Como é que o PCP está a piscar olhos ao PS, quando esteve toda a campanha a dizer que o PS tem políticas de direita?”


pontos comunsàs políticas de austeridade

“Os partidos da oposição são oposição ao Governo e todos foram a eleições com pontos de convergência no seu programa. Privatizações e concessões dos transportes públicos, desvalorização salarial, privatização da Segurança Social, e por aí adiante. Há um conjunto de medidas que claramente obtiveram a maioria dos votos e é por aí que é preciso começar para conseguir uma alternativa. Porque uma coisa sabemos, a maioria dos eleitores não votou na coligação.”


também é possível

“Gostava de sublinhar que para nós é claro, pelo menos para mim, que a coligação de direita venceu estas eleições e que o PS as perdeu. (…) Mas estou e acordo com a Mariana Mortágua, pela primeira vez os três partidos de esquerda com representação parlamentar constituem uma maioria, e acho que podem dar sinais de entendimento. (…) Há muitos pontos onde estamos de acordo.”


sem uma maioria absolutarejeição do parlamentoteria um resultado diferente

“O último projeto que o PCP apresentou na Assembleia da República para aumentar o valor do salário mínimo para 600 euros foi votado favoravelmente pelo PS, pelo Bloco de Esquerda, pelos ‘Verdes’ e pelo PCP. Votaram contra o PCP e pelo CDS. Na altura, os votos contra [da coligação] chegaram para chumbar o projeto, hoje permitiam que fosse aprovado”.




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