O candidato presidencial, Edgar Silva, votou este domingo na Madeira, de onde é natural.

Edgar Silva espera um “dia marcado por grande participação” neste ato eleitoral, para reafirmar valores de Abril.

O candidato presidencial Edgar Silva, afirmou hoje estar “profundamente confiante” e esperar as eleições de hoje sejam marcadas por “uma grande participação popular”, salientando que é o voto que decide o “rumo” para Portugal.

“Em relação a este dia, que seja marcado por uma grande participação popular neste ato eleitoral, porque está em causa para todas as portuguesas e todos os portugueses decidir o rumo que queremos seja de esperança”, disse Edgar Silva depois de exercer o seu direito de voto na escola secundária Francisco Franco, em frente á sede do PCP no Funchal.


O candidato declarou estar “profundamente confiante” e acreditar que “esta esperança, que não fique à espera, há de triunfar e Abril vencerá hoje e sempre”, sublinhando que abstenção “tem sido um fator desfavorável e até em parte adverso”.


“Estou profundamente confiante e acredito que esta esperança que não fique à espera, há de triunfar e Abril vencerá hoje e sempre”, declarou.


Edgar Silva, que chegou sozinho e começou por enganar-se ao dirigiu-se para mesa nº 6 quando votava na 5, referiu que a sua expetativa é que “triunfem os valores tão profundos na sociedade portuguesa como são os valores de Abril, da democracia, da liberdade, da solidariedade, da paz”, complementando que estes “hoje, estando em causa, possam triunfar”.

Escusando-se a falar sobre a possibilidade de uma segunda volta nas eleições presidenciais que hoje decorrem em Portugal, o candidato insistiu que “neste momento, o que é importante é apelar à mais vasta participação, porque o voto foi uma grande conquista que Abril”, que permitiu que cada cidadão tivesse o “poder de decidir coletivamente do futuro de Portugal”.

Segundo o candidato, este é “um direito que é decisivo, um direito democrático que foi uma grande conquista que gerações e gerações tanto trabalharam para alcançar”, destacando que esta “profunda conquista democrática” é um direito que “não pode ser alienado e tem de ser muito valorizado”.

“É o voto de cada homem e e mulher que vai contribuir decisivamente para esta possibilidade de um novo rumo para Portugal”, vincou, informando que iria viajar em seguida para Lisboa, onde vai acompanhar a noite eleitoral.

Sobre a abstenção, argumentou que “tem sido um fator desfavorável e até em parte adverso”, mas acrescentou esperar “que possam dar passos no sentido de vencê-lo”.

Quanto questionado se esperava uma grande votação do eleitoral da Madeira, respondeu: “Espero o apoio de grande parte das portuguesas e portugueses e serão as portuguesas e os portugueses, entre os quais também os que residem na Madeira, que irão garantir essa possibilidade de vitória, essa certeza da vitória dos valores de abril”.


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