“Com este novo dado do Novo Banco aquilo que nós temos hoje é: adicionamos ao aumento da despesa pública, adicionamos ao empobrecimento, ao desemprego, às falências das várias empresas, adicionamos um défice idêntico ao de 2011 (…). E [Maria Luís Albuquerque] deixa uma bomba-relógio ao próprio Governo. É uma bomba- relógio que vai gerar mais incerteza e cujo buraco nós desconhecemos em absoluto”, afirmou Ana Catarina Mendes.






“A condução do processo da venda do Novo Banco nunca foi feita pelo Governo, foi feita pelo Banco de Portugal, aliás como determina a lei, e portanto aquilo que nós achamos relevante (…) é que, de facto, a venda seja bem-feita, nas melhores condições para preservar quer o valor do Novo Banco, quer a estabilidade do sistema financeiro.”






“Os últimos Governos PS, PSD e CDS, cada um à sua maneira e à sua vez acabaram por tomar decisões que comprometeram milhares de milhões de euros do erário público (…) O buraco do Novo Banco é culpa de todas estas políticas e das opções que foram tomadas, designadamente do poder que deram aos grupos monopolistas na banca, com os processo de privatização, que geriram a banca não no sentido do interesse nacional, mas na lógica da especulação e o problema é que parece que não se aprende.”




“Este caso vem comprovar que o banco é novo, mas as mentiras são velhas e estão gastas, porque já as ouvimos no BPN, e sempre que um Governo promete que vai salvar um banco, mas os contribuintes não vão pagar, mente. Isso aconteceu no BPN e está a acontecer agora no Novo Banco.”


Onde é que nós vamos parar?