
Constança Cunha e Sá considera que as consequências de uma eventual saída da Grécia do euro são «imprevisíveis» e que o possível «falhanço» grego será também um «falhanço» da troika.
«Estamos no reino do imprevisível, não se sabe o que é um país sair do euro», defendeu, descrevendo como «otimista» a visão defendida por alguns líderes europeus de que esse cenário «não será fatal para a Zona Euro».
«Dificilmente países como Espanha e Itália não serão afetados», argumentou, salientando também a posição frágil em que ficará Portugal.
«O falhanço da Grécia é um falhanço dos gregos, sim, mas também o falhanço da troika», disse.
Para Constança Cunha e Sá só a «renegociação» da dívida grega poderá evitar a sua saída da moeda única.