José Sócrates afirmou no discurso desta sexta-feira, no Congresso Nacional do PS, em Espinho, que «nunca se sentiu só» na liderança do partido. O líder socialista revelou ainda as razões que o levam a recandidatar-se à liderança do país.

O líder do PS disse também que o PS «nunca» virou a «cara à luta» e que o partido esteve «sempre presente quando o país precisou».

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Na abertura do discurso, Sócrates revelou que se recandidata a primeiro-ministro nas próximas eleições legislativas em nome de valores éticos e da decência na vida democrática em Portugal.

«Não podemos deixar que vençam aqueles que fazem política com base na calúnia e nos ataques pessoais», declarou José Sócrates no discurso de abertura do XVI Congresso Nacional do PS, em Espinho.

Além da alusão indirecta ao caso «Freeport», Sócrates disse que se candidata em nome da responsabilidade política, para se submeter ao julgamento dos portugueses o trabalho do Governo. «Não viro a cara, nem temo esse julgamento. Quero defender o trabalho do Governo nesta legislatura e confio no julgamento dos portugueses», disse.