A Associação dos Deficientes das Forças Armadas manifestou esta sexta-feira ao Presidente da República a sua preocupação sobre o plano de apoio aos deficientes militares, sublinhando que os combatentes não podem ficar "abandonados" como os homens da I Guerra Mundial.

Em declarações à Lusa no final de um encontro com o chefe de Estado o presidente da associação, José Arruda, adiantou que no encontro com Cavaco Silva foram abordadas as grandes questões que preocupam os deficientes militares, nomeadamente a questão da saúde.

Na audiência, acrescentou, foi também feito um ponto de situação sobre as principais reivindicações dos deficientes militares, em particular, o plano de apoio.

"Portugal não pode esquecer aqueles que serviram em situação de perigo", sublinhou José Arruda, considerando que não pode acontecer aos deficiente militares "o que sucedeu aos homens da I Guerra Mundial, que foram abandonados, votados aos ostracismo até ao 25 de Abril".


José Arruda manifestou ainda o reconhecimento da associação pelo empenho do Presidente da República e do Governo na causa dos deficientes militares, reporta a Lusa.