“Eu julgo que essa afirmação é uma fantasia um bocadinho aberrante, não tem nenhum sentido, há um desespero de tornar estas eleições sobre o voto útil que não dizem nada de bem da democracia. Quem vem a eleições tem é de apresentar projetos, de mobilizar, e não lançar medo ou possibilidades aberrantes, porque essas não ajudam ao debate”, afirmou Catarina Martins aos jornalistas, durante uma visita ao Festival Islâmico de Mértola, no distrito de Beja.


“Nestas eleições estão-se a decidir, de uma forma muito importante, o futuro do país e as opções do país, é sobre elas que é preciso debater e ter decisões, afirmações mais ou menos desesperadas sobre o voto útil são aquelas que afastam as pessoas da política e o que nós precisamos são mais pessoas a participar e não menos”, acrescentou.


em entrevista ao Observador

“Passos Coelho está a pagar um favor. O governador do Banco de Portugal até agora tomou como suas as dores que eram dores do Governo e do Banco de Portugal na solução para o BES, na resolução, até nos benefícios fiscais que têm sido dados ao Novo Banco o governador do Banco de Portugal tem assumido sozinho decisões que sabemos que também são do Governo”, disse Catarina Martins sobre a possível recondução de Carlos Costa no cargo.