"Faça alguma coisa. Ganho 199 euros por mês. Com 37 anos de descontos. Uma vida inteira para nada."


Os idosos reconhecem-na, estão a par do seu currículo. Mas e o resto?
 

O eleitorado que fica de fora


Não que a comitiva passasse despercebida. Afastados da comunicação social, quatro estudantes comentavam a situação. Tinham recebido folhetos com a informações sobre a candidata, cujo percurso não conheciam.

"Não, não a conheço bem", confessou à TVI24 Bruno Vieira, de 19 anos. Os colegas Filipa Costa, Sofia Silva e Miguel Dias partilharam o mesmo  desconhecimento. Vão votar, mas ainda não sabem bem em quem. À exceção de Miguel, que pareceu convicto: "Marcelo. Porque gosto de o ouvir falar".


A amostra pode não ser significativa, mas traduz os efeitos daquela que tem sido a estratégia de Maria de Belém: a candidata parece apostar tudo no eleitorado mais velho, aquele que conhece bem e o que também conhece o seu currículo - as tais "provas dadas" de que tanto fala nas suas intervenções. 

De hospital para hospital, a paragem é numa fábrica "exemplo"





"O Presidente da República deve querer que os empresários produzam matéria de qualidade, produtos que sejam bandeiras do país. O Presidente da República pode fazer essa viagens e acontecer o que aconteceu comigo no Ministério da Saúde. Eu fazia as minhas viagens e quem me acompanhava pagava as suas despesas. Pode ser um modelo dessa natureza."


O adversário que não o é







A economia social "dá trabalho a muita gente"





"Não vou a lares por ser uma área de conforto. Vou para dar visibilidade à economia social, que dá trabalho a muita gente."