"Queremos manter e acentuar as características dos últimos meses, do contacto direto, do esclarecimento e debate, dar mais força às massas e à participação popular e transpor a marcha ‘A Força do Povo' para a campanha, com alguns momentos altos, com expressão de rua. Por exemplo, gostávamos de encher o Coliseu (de Lisboa), mas não é só por encher, para gáudio do partido, queremos demonstrar que há vontade de mudança", disse à Lusa o membro da comissão política do comité central do PCP Paulo Raimundo.