"É possivel levar a sério um primeiro-ministro que depois diz que quer concensos ou alargar conversas com outras forças políticas quando nem sequer o respeito básico pelo estado de direito democrático, que é conhecer a Constituição, foi capaz?"

O líder da coligação Portugal à Frente apelou a uma união dos partidos no Parlamento na quinta-feira à tarde. 

À noite, voltou a reiterar a ideia, pedindo para que, nesta campanha eleitoral, não se cavem trincheiras.

Depois de uma ação de campanha em alto mar, durante a qual acompanhou o trabalho de uma empresa que se dedica à aquacultura, em Olhão, a candidata às legislativas recordou que Passos Coelho foi eleito "a dizer que não ia cortar subsídios de natal", mas que esta foi a primeira medida que tomou "mal chegou ao Governo". 

"Estamos a falar do primeiro-ministro que foi eleito a dizer que não ia cortar subsídios de Natal e foi a primeira medida que tomou mal chegou ao Governo. Estamos a falar do primeiro-minsitro que não cumpriu uma única meta a que se propôs e fez o maior número de orçamentos retificativos porque nem a Constituição soube cumprir."

Por isso, Catarina Martins deixou uma questão " o que estará cada pessoa, em sua casa, a pensar?".