"O Presidente da República não se limitou a indigitar Pedro Passos Coelho para formar governo, decidi lançar o país na mais completa instabilidade. Diz que há partidos em que as pessoas votaram, mas que a opinião não pode valer. Só pode haver a democracia que o Presidente da República acha confortável", disse.


"O Presidente da República isolou-se dos milhões em Portugal que, da esquerda à direita, acreditam na democracia. Por isso, quer queira, quer não queira, vai ter de viver com uma solução de governo que respeite isso mesmo, a democracia, e é para isso que estamos a trabalhar", afirmou.






"Não quer dizer que ficámos três partidos iguais. Mas face ao ciclo de empobrecimento que o país vive e à possibilidade que a relação de forças saída das eleições nos traz, existe a possibilidade de convergência para travar o ciclo de empobrecimento", disse, mostrando-se confiante que as forças vão conseguir chegar a um acordo.