«A lógica terrorista tenta tirar do meio quem é moderado», disse Santos Silva.

 

No entanto, Augusto Santos Silva critica a capa escolhida para a edição do jornal satírico «Charli Hebdo».

 

«Eu não escolheria a capa que Charlie Hebdo tem amanhã [esta quarta-feira]».

O jornal vai para as bancas uma semana após o massacre na redação. Com uma tiragem de três milhões de exemplares, vai exibir na capa a imagem de Maomé de lágrima no olho.

 

A propósito do radicalismo islâmico, Augusto Santos Silva separa as águas: «O islamismo constitui um perigo, mas o Islão não, é uma religião».

 

«O que está em causa é a defesa do pluralismo», porque «as várias identidades religiosas fazem parte das Nações».