O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, disse hoje no parlamento que a adoção, a partir de julho, do horário de trabalho de 35 horas semanais não implicará encargos orçamentais adicionais, "como resulta do compromisso do Governo".

Há formas de organizar os serviços e o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está a prepará-las de modo a que a passagem para o horário das 35 horas signifique melhor aproveitamento dos horários de atendimento e dos horários de trabalho dos funcionários sem que daí recorra por si só encargo orçamental", declarou o ministro na Assembleia da República, no âmbito da discussão na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2016.

Santos Silva acrescentou que é "o compromisso do Governo como um todo" que a redução para 35 horas de trabalho seja aplicada "sem daí recorrer exigência orçamental".