O início do plenário da Assembleia da República foi adiado por meia-hora por falta de «condições de salubridade», devido ao «cheiro intenso tóxico» que se sentia na sala. O plenário da Assembleia da República teve início às 16:00, com um atraso de uma hora.

«Temos melhores condições de trabalho, não ideais, mas melhores», disse a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, quando regressou à sala das sessões, cerca das 16:00.


Antes de dar início à sessão plenária, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, questionou os grupos parlamentares sobre a possibilidade de adiar por meia-hora o início dos trabalhos devido ao «cheiro intenso tóxico» que se sentia na sala, que deverá ter origem nas caldeiras.

«Não existem condições de salubridade», disse Assunção Esteves.


Na altura, cerca das 15:10 já se encontravam na sala dezenas de deputados, o secretário de Estado da Juventude, Emídio Guerreiro, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares, Teresa Morais, e alguns jornalistas.

Com a anuência dos grupos parlamentares, a presidente da Assembleia da República pediu aos funcionários para abrirem as portas do hemiciclo «para tentar criar condições de trabalho».

O início do plenário - hoje dedicado à discussão de um projeto de resolução do PSD sobre políticas de juventude - foi assim adiando por meia-hora.