a TVI sabe que será o candidato apoiado pelo PS

«Se decidir assumir esse gesto, terá de ser rapidamente. Tenho assistido com algum desconforto ao turbilhão das últimas semanas. Tem havido banalização, até uma certa ridicularização, de um momento que é decisivo para os portugueses. Esse momento de brincar ao esconde-esconde tem de acabar, é preciso que as pessoas afirmem as suas decisões, as suas ideias para o país».


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«Não é sério dizermos que somos candidatos em outubro para umas eleições que acontecem dois meses depois».


o prazo defendido por Marcelo Rebelo de Sousa

«Afirmo apenas que seria um desrespeito para os portugueses e para a eleição presidencial se os candidatos não apresentassem, com clareza e com tempo, a sua carta de princípios e o seu programa».



«Precisamos de política a sério e de que todas as pessoas, na social-democracia, no socialismo, nos movimentos sociais, se unam».



«Tem de ouvir e ser capaz de se apropriar dos problemas das pessoas e resolvê-los (…) Tem de fazer presidências pelo país inteiro, tem de ter ação externa, diplomática (…) Tem de abraçar causas de liberdade, de luta contra a pobreza, de luta pela educação. Tem de ser um presidente da língua portuguesa. Para isso, é preciso falar».



«Sei que é um processo extraordinariamente exigente, mas qual é a alternativa? Escolher os mesmos de sempre. É isso que tem acontecido em Portugal: há muita lamentação, mas na altura de decidir, decidimos da mesma maneira».