"Todos os dias há uma espécie de concurso dos ministros a criticar o programa do PS. [O que era útil] em vez de se concentrarem tanto a criticar o programa do PS, era fazerem a sua primeira missão, que é governar, e apresentar um programa para o futuro do país", sublinhou António Costa.




"Sabemos que as previsões económicas que têm não merecem sequer a confiança da União Europeia, do FMI [Fundo Monetário Internacional] ou da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico]", realçou.


Hoje é "conhecida a nossa proposta de rutura com a austeridade, sem romper com o quadro da zona euro, que aposta no relançamento da economia, na criação de emprego, assente na inovação e modernização do país", apontou, referindo que o Governo, no seu entender, deveria dizer, "de uma vez por todas, o que é que pretende para o futuro do país. É isso que o primeiro-ministro deveria dizer".