«O primeiro-ministro foi logo o primeiro a ir ao parlamento dizer ‘não existe’. A ministra das Finanças não disse nada durante várias semanas, porque está a fazer o seu currículo. O secretário de Estado [dos Assuntos Fiscais], pelos vistos, também não tem nada a ver com a história. O diretor-geral [da Autoridade Tributária] também não, o subdiretor-geral também não. Deve ser o porteiro», afirmou António Costa, perante um Rivoli - Teatro Municipal cheio, no Porto.